PODER JUDICIÁRIO E PRODUTIVIDADE ALGORÍTMICA

O PARADOXO ENTRE EFICIÊNCIA QUANTITATIVA E QUALIDADE DECISIONAL NAS METAS NACIONAIS DO CNJ

Autores

Resumo

Analisa-se o uso da inteligência artificial no Judiciário brasileiro em face das Metas Nacionais do CNJ, problematizando a tensão entre produtividade e qualidade decisional. Debatem-se dois enfoques: a IA como mero acelerador de fluxos processuais, com riscos de padronização excessiva, e a IA como suporte qualificado ao julgador, capaz de preservar a fundamentação e a coerência das decisões. Entendeu-se que a incorporação responsável da IA pode equilibrar eficiência e garantias constitucionais, desde que vinculada a critérios éticos e a supervisão humana.

Biografia do Autor

  • Bruno Eloi Balbino, Universidade Federal de Alagoas

    Graduando em Direito pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

  • Ryan Lucas Luna Cavalcante, Universidade Federal de Alagoas

    Graduando em Direito pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

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Publicado

2025-10-30