ENTRE A EFICIÊNCIA E OS RISCOS

O LIMITE ÉTICO DO USO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA NO PODER JUDICIÁRIO EM PROL DA CONSOLIDAÇÃO DO DEVIDO PROCESSO LEGAL

Autores

  • Anne Gabrielle Almeida Silva Leite Universidade Federal de Alagoas image/svg+xml
  • Kamille Maria dos Santos Sampaio Universidade Federal de Alagoas image/svg+xml
  • Letícia Veneranda Sampaio Universidade Federal de Alagoas image/svg+xml

Resumo

Este artigo pretende analisar as repercussões da implementação de inteligências artificiais generativas pelos tribunais no Brasil. Avaliou-se, a princípio, os benefícios da utilização dessas tecnologias, como a diminuição da sobrecarga do Poder Judiciário e, consequentemente, o aumento da celeridade processual. Posteriormente, foram discutidos os riscos da aplicação da IA generativa, como a opacidade, o vazamento de dados pessoais, as alucinações e a redução da capacidade crítica dos usuários. Ao final, considerou-se que um uso ético será alcançável através da conciliação entre as novas tecnologias e a supervisão humana, destacando o caráter auxiliar dessas ferramentas na tomada de decisão dos julgadores.

Biografia do Autor

  • Anne Gabrielle Almeida Silva Leite, Universidade Federal de Alagoas
     Graduanda em Direito pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Email: anne.leite@fda.ufal.br
  • Kamille Maria dos Santos Sampaio , Universidade Federal de Alagoas

    Graduanda em Direito pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Email: kamille.sampaio@fda.ufal.br 

  • Letícia Veneranda Sampaio, Universidade Federal de Alagoas

    Graduanda em Direito pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Email: leticia.sampaio@fda.ufal.br

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Publicado

2025-10-30 — Atualizado em 2025-11-13

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